Fundações ajudam Real Confraria do Santo Condestável com patrocínio de transporte de bens para Apoio Social em Portugal e em África

A Real Confraria do Santo Condestável, um Apostolado Canonicamente erecto no espírito do laicado Carmelitano tem vindo, desde 1996, a servir de Departamento Socio-Caritativo das Fundações Oureana e D. Manuel II. A mesma organização acaba de realizar mais uma série de acções socias em antecipação da Festa do seu Patrono, São Nuno de Santa Maria Álvares Pereira.

O Coordenador de Acção Social David Alves Pereira com o carregamento de bens entregue em Évora

Teve início no mês de Outubro, Mês dedicado a Nossa Senhora do Rosário, mais uma série de campanhas para angariação e entrega de bens aos mais carenciados, tanto em Portugal como em África. Os bens resultam de um esforço nacional levado a cabo por parte da Coordenação Norte da Real Confraria e da Associação Mãos Unidas com Maria em Fátima para a recolha de roupas e outros bens de primeira necessidade para os pobres.

O Duque de Bragança em trabalho de voluntariado na Sede da ONG – “SIM”, no passado mês de Agosto

Foi o Coordenador Social da Real Confraria do Santo Condestável; Jorge Manuel Reis Gonçalves, juntamente com seus irmãos voluntários; os Confrades António e José Gonçalves, que procederam, por quatro vezes, à recolha e transporte em camião TIR, de toda uma série de bens usados recolhidos e também doados pessoalmente pelo Coordenador Regional Norte da Real Confraria; Rui Salazar de Lucena e Mello.

Dom Duarte de Bragança e a Drª Carmo Jardim no armazém da ONG – SIM, a 26 de Agosto de 2021

Seguidamente, foi preparado pela prima do Coordenador Rui Mello, a Coordenadora Marília Oliveira, o recheio de outro contentor de bens usados transportados pela ONG -“SIM” da Drª Carmo Jardim.

O Duque de Bragança em trabalho de voluntariado na Sede da ONG – “SIM”, no passado mês de Agosto

Um quinto carregamento de bens foi descarregado, há duas semanas, nos portos de contentores de Lisboa e Setúbal, tendo na altura, o Coordenador Geral e Condestável-Mor da Real Confraria, Carlos Evaristo, e sua mulher, a Confradesa Margarida Evaristo, acompanhado o processo em representação das Fundações D. Manuel II e Oureana que patrocinaram a recolha, transporte e logística dos voluntários.

O Juiz da Real Irmandade de Nossa Senhora da Saúde, Ricardo Louro, acompanhado dos Irmãos voluntários.

A Associação Mãos Unidas com Maria, cuja Fundadora e Presidente é a dedicadíssima Confradesa Florinda Marques, também recolheu e preparou um outro carregamento de roupas de inverno para homem, mulher e criança, mantas e roupas de cama, assim como outros bens essenciais para crianças e também brinquedos. Estes bens porém, estão destinados aos mais desfavorecidos da Arquidiocese de Évora. Foi graças à pareceria de colaboração social existente com a Real Confraria do Santo Condestável que foi patrocinado e coordenado a entrega de hoje.

O Coordenador David Alves Pereira com o Juiz da Real Irmandade de Nossa Senhora da Saúde, Ricardo Louro, acompanhado dos Veneráveis Irmãos voluntários

O material carregado em Fátima pela Florinda Marques e o Coordenador Social David Alves Pereira, que actuando na qualidade de Alcaide da Real Confraria do Santo Condestável e Comandante Geral Adjunto da Real Guarda de Honra, quis pessoalmente patrocinar todas as despesas de transporte em nome das organizações que representa.

A recepção em Evora dos bens recolhidos pela Associação Mãos Unidas com Maria
A recepção em Evora dos bens recolhidos pela Associação Mãos Unidas com Maria

Já em Évora foram Veneráveis Irmãos Voluntários da Real Irmandade de Nossa Senhora da Saúde de Évora que receberam o carregamento que seguidamente irão entregar em parte às Casa Religiosas e à Santa Casa da Misericórdia de Évora. Estes bens, em grande parte, roupas, sapatos, mantas e brinquedos, serão distribuídos, por ocasião da Festa do Santo Condestável, pelos pobres e mais desfavorecidos da Arquidiocese incluindo famílias de migrantes.

A recepção em Evora dos bens recolhidos pela Associação Mãos Unidas com Maria
A recepção em Evora dos bens recolhidos pela Associação Mãos Unidas com Maria

Durante uma reunião com Coordenadores a semana passada em Sesimbra, o Condestável Mor da Real Confraria e Comandante Geral da Real Guarda de Honra, Carlos Evaristo, disse: “Estes bens enviados para Angola e Moçambique vão complementar um carregamento, já entregue, em Agosto, à ONG – SIM, pois o Sr. D. Duarte de Bragança, através da Real Confraria e das Fundações D. Manuel II e Oureana, quis ajudar as vítimas de Cabo Delegado, os pobres em Angola e São Tomé e Príncipe mas também pretende ajudar os mais necessitados em Cabo Verde e os refugiados da Síria, em parceria com a Câmara Municipal de Setúbal.”

Carlos Evaristo
Presidente da Direcção da Fundação Oureana

Para Carlos Evaristo; “É muito bom ver a Real Confraria e anteriormente, os Peacemakers, organização que criamos há 25 anos com o falecido John Haffert e posteriormente que desenvolveram actividades no estrangeiro com a ajuda dos falecidos Phillip Kronzer e o Capelão Padre John Mariani e isto sob a orientação do Vice-Postulador da Causa do Beato Nuno, o Padre Francisco Rodrigues, O. Carm. e do Bispo de São Tomé e Príncipe D. Manuel António Mendes dos Santos. Hoje, são associações de fieis que servem de departamentos de acção social das Fundações e com grandes papeis activos na Igreja no campo da acção social, tanto em Portugal com em África. Importante também são as parcerias estabelecidas com organizações homólogas pois ninguém por si só consegue fazer o que se faz em conjunto. Fazemos isto em nome e em memória de São Nuno que com a sua Confraria e um Caldeirão, iniciou este trabalho social de recolha de alimentos e bens para os pobres de Lisboa a partir do Carmo em Lisboa. É ele o verdadeiro fundador da acção social em Portugal muito antes da Rainha D. Leonor e das Misericórdias que hoje têm um papel tão importante na sociedade. É igualmente importante a coordenação de trabalho de limpeza, desinfecção e preparação dos bens doados pelas pessoas voluntárias dedicadas tais como a equipa da Drª Carmo Jardim, a Florinda Marques, a Marília Oliveira e o Rui Mello. Mas igualmente importante é o trabalho dos voluntários no carregamento e transporte e aqui são as Fundações e as ONG que patrocinam as despesas, incluindo o envio de contentores. Agora esperamos poder ajudar com o envio de outro que queremos ainda patrocinar este mês para Cabo Verde e com bens recolhidos pela Associação Mãos Unidas com Maria que incluem mobiliário e material escolar.” !”

Este ano a Festa de São Nuno de Santa Maria e o Capítulo Geral da Real Confraria do Santos Condestável, tem lugar na Igreja do Santo Condestável, em Lisboa, com Investiduras a iniciarem pelas 18:30 Horas, seguido depois de Missa Solene e Jantar de Convívio dos Confrades.

Os Confrades; Ricardo Louro e David Pereira
Logo da Associação Mãos Unidas com Maria
Peacemakers, Obra de Acção Social da Real Confraria do Santo Condestável

30 de Outubro de 2021

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Fundação Oureana Apresenta Livro sobre a Vida, Obra e Legado de D. Afonso, IV Conde de Ourém

A Fundação Histórico – Cultural Oureana apresentou hoje, pelo aniversário do falecimento do Primogénito da Casa Real e Ducal de Bragança, o livro D. Afonso, IV Conde de Ourém, I Marquês de Valença e Senhor de Porto de Mós (1402 – 1460) da autoria de Carlos Evaristo e Humberto Nuno de Oliveira.
O livro conta a história do maior vulto da história de Ourém e baseia-se nos textos, documentos e ilustrações publicadas pelos autores para a Sala Memorial de Interpretação inaugurada no Castelo de Porto de Mós e dedicada à Vida, Obra de Legado do IV Conde de Ourém.

Os 20 capítulos são ricamente ilustrados e tratam da biografia de D. Afonso, dos seus títulos, brasões e empresa, as suas construcções e legado pessoal, a sua colecção de relíquias, o seu túmulo e as representações artísticas do mesmo.

A primeira edição do livro é limitada a uma tiragem de 500 exemplares numerados que serão oferecidos aos Patronos e Benfeitores da Fundação pela Festa do 50º Aniversário do Programa Medieval do Restaurante Medieval.

A Festa que terá lugar no dia 24 de Setembro de 2021 conta com um programa cultural que será divulgado oportunamente e que inclui exposições, publicações e concertos.

Segundo os autores do livro e da Sala Memorial do Castelo de Porto de Mós, a Fundação Oureana está também disposta a patrocinar um Centro de Interpretação no Castelo de Ourém ou uma Sala Memorial à semelhança daquela que foi inaugurada em Porto de Mós aquando da reabertura desse monumento, a 6 de Abril de 2019, após obras de requalificação.

Para Carlos Evaristo “é importante o visitante conhecer não só a história do Castelo mas também do homem que mais contribuiu para o desenvolvimento do mesmo.”

O dia 29 de Agosto, aniversário do falecimento do IV Conde de Ourém, foi o dia escolhido para a apresentação da obra que é editada pelo Instituto D. Afonso, IV Conde de Ourém e patrocinada pelas Fundações D. Manuel II e Batalha de Aljubarrota.

29 de Agosto de 2021

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Grand Master of Constantinian Order visits Fatima, Portugal

The group photographed by Dr. Carlos Evaristo at the Fatima Shrine

Fatima, July 4th, 2014. The Grand Master of the Constantinian Order HRH The Duke of Castro, accompanied by HRH The Duchess of Castro and the two princesses HRH The Duchess of Palermo and HRH The Duchess of Capri, visited Fatima in Portugal and offered prayers to Our Lady of Fatima at the small Chapel of the Apparitions.

The Grand Master and his family also visited the Royal Lipsanotheca and viewed an exhibition of relics of the Foundation Oureana / D. Manuel II presented by Mr. Carlos Evaristo, a leading expert of relics and Chairman of the chapter of the Patrons of the Vatican Museums. Among the exhibits were the relics of the Seers of Fatima, the Sicilian Saints and the major relic of the Blessed Maria Cristina, Queen of Naples, who was beatified in January 2014 by Pope Francis in a ceremony held at the Basilica of Santa Chiara in Naples attended by members of the Neapolitan and Portuguese Royal Families.

The Grand Master and his family were accompanied in pilgrimage to the Altar of Fatima by HRH The Duke of Braganza, HSH Prince Peter von Hohenberg, grandson of Archduke Franz Ferdinand of Austria-Hungary, HSH Princess Marie-Therese von Hohenberg and her husband HE Mr Anthony Bailey, Delegate of the Sacred Military Constantinian Order of Saint George in Great Britain and Ireland and Magistral Delegate for Inter-Religious Relations, HE Dr. Miguel Horta e Costa, Baron of Santa Comba Dão, Delegate of the Sacred Military Constantinian Order of St. George in Portugal, the Marquis of Rio Maior, D. João Saldanha Vicente; Sir Gavyn Arthur, former Lord Mayor of London; Eng. Domingos Patacho of the Royal Association; Dr. José Carlos Ramalho Royal Association of Ribatejo, Dr. Francisco Ramalho, Dr. Alberto Calafato Janelli, Private Secretary to the Duke of Castro and Dr. Carlos Evaristo, who led the visit to the Shrine.

FONTE: https://www.constantinian.org.uk/grand-master-constantinian-order-visits-fatima-portugal/

4 de Julho de 2014

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Fátima: Monumento ao Papa Pio XII vai ser inaugurado no Castelo de Ourém

Fotografia do Monumento em fase de Construção

Para recordar o 75º aniversário da coroação de Nossa Senhora de Fátima como rainha do mundo vai ser inaugurada, dia 13 deste mês, às 16h00, no Castelo de Ourém, uma estátua em tamanho real do Papa Pio XII.

O monumento vai ser inaugurado pelo Duque de Bragança, D. Duarte Pio, afilhado de Batismo do Servo de Deus, Papa Pio XII, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A estátua em bronze daquele que foi chamado de “Papa de Fátima” é obra do Mestre escultor Félix Burriel e oferecida por Moritz Hunzinger, “com o apoio de vários admiradores e defensores do Papa internacionais incluindo um grupo de historiadores e Judeus da Pave the Way Foundation”, refere.

LFS

FONTE: https://agencia.ecclesia.pt/portal/evento/fatima-monumento-ao-papa-pio-xii-vai-ser-inaugurado-no-castelo-de-ourem/

12 de Maio de 2021

Agência ECCLESIA

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D. Duarte de Bragança financia investigação genética que tenta provar que Cristóvão Colombo era Português

Documentos da época desfazem quaisquer dúvidas: Cristóvão Colombo nasceu em 1451, em Génova, filho de Domenico Colombo e de Susanna Fontanarossa

O pretendente ao trono acredita numa teoria segundo a qual o navegador nasceu no Alentejo, como filho bastardo do duque de Beja. Mas a historiografia mais documentada e credível desmente a tese – por completo

D. Duarte de Bragança simpatiza com a teoria de Cristóvão Colombo ser português”, diz à VISÃO Carlos Evaristo, arqueólogo especialista em relíquias sagradas e iconografia sacra medieval, e presidente da Fundação Oureana. O arqueólogo acrescenta que o pretendente ao trono português, através da Fundação D. Manuel II, a que preside, financia os custos da componente nacional do Projeto Colombo. 

Mediante testes de ADN, aquele projeto tenta provar que o navegador era português ou “ibérico”. O epicentro está na universidade de Granada e no professor José Lorente Acosta, que chefia a equipa de investigação que reúne entidades de vários países.

No caso de Portugal, as contribuições são asseguradas pela Fundação Oureana que Carlos Evaristo dirige e, sobretudo, pelo seu Museu de Relíquias, instalado no castelo de Ourém. Recentemente, três cabelos da rainha Santa Isabel, com mais de sete séculos, foram cuidadosamente removidos por José Lorente e Carlos Evaristo de um relicário com uma sua madeixa, “selado em lacre com o sinete do bispo conde de Coimbra D. Frei Joaquim de Nossa Senhora da Nazaré”, diz o arqueólogo. “Este cabelo foi recolhido por esse prelado, na presença do rei D. Miguel I, como o comprova documentação arquivada na ocasião da abertura do túmulo da rainha Santa, para verificação do estado de conservação do seu corpo incorrupto”, acrescenta.

Carlos Evaristo forneceu também a José Lorente outras duas amostras de relíquias, com sangue e ossos de “dois santos portugueses mais contemporâneos de Colombo e que eram membros da Família Real de Avis e de Bragança”. Mas o arqueólogo prefere não identificar publicamente aqueles “dois santos”, porque as relíquias em causa “perderam os selos de autenticidade ao longo dos séculos”, embora acredite que são “genuínas”.

Através da Fundação D. Manuel II, a que preside, D. Duarte de Bragança financia os custos da componente nacional do “Projeto Colombo”

Seja como for, o objetivo mantém-se: descobrir um elo que conduza à confirmação de que Cristóvão Colombo “era, pelo menos, ibérico, se não mesmo português”, através da comparação de marcadores genéticos, com suporte na matéria óssea do navegador (que morreu em Valladolid, a 20 de maio de 1506, aos 55 anos), de um filho e de um irmão, encontrada há anos em Sevilha e cientificamente comprovada.

Carlos Evaristo defende a teoria do investigador Augusto de Mascarenhas Barreto, já falecido, segundo a qual Colombo nasceu em Cuba, no Alentejo, fruto de uma relação extraconjugal do duque de Beja, D. Fernando (segundo filho do rei D. Duarte I), com Isabel Zarco, filha de Gonçalves Zarco, fidalgo da Casa do Infante D. Henrique. Em adulto, diz o arqueólogo, “Colombo serviu como capitão de guerra, uma espécie de agente secreto no que respeita a desviar as atenções do Papa espanhol, Alexandre VI, e dos reis católicos, Isabel de Castela e Fernando II de Aragão, do verdadeiro caminho marítimo para a Índia e da existência do Brasil”.

Problema Bicudo

Por aquela tese, temos um corajoso patriota português. Carlos Evaristo, porém, sofreria uma forte desilusão quando descobriu que o túmulo de D. Fernando, em Beja, estava vazio. O suposto pai de Colombo seria um instrumento genético infalível, na comprovação, ou não, de que o navegador era português. A culpa é do governo de Joaquim Augusto de Aguiar, que em 1834 decretou o fim dos sepultamentos nas igrejas e criou os cemitérios públicos, o que levou à chamada “revolta da Maria da Fonte”. Os restos mortais de D. Fernando, concluiu o arqueólogo, “hão de ter ido parar, por ignorância, a uma vala comum”.

Mas existe um problema bem mais bicudo com a teoria de Augusto de Mascarenhas Barreto: choca de frente com a historiografia adquirida e documentada. Os académicos mais credíveis afirmam que Cristóvão Colombo nasceu em 1451, em Génova, filho de Domenico Colombo e de Susanna Fontanarossa. E que, apesar da forma atribulada como chegou a Portugal, em 1476, salvando-se a nado durante uma das numerosas batalhas do cabo de S. Vicente, por cá se instalou como agente das principais casas comerciais de Génova.

Relicário do século XIX com cabelos da rainha Santa Isabel, de onde foram removidas amostras para comparação genética no “Projeto Colombo”

Com esse estatuto, deslocou-se à Madeira para entrar no negócio do açúcar, então muito rentável. Em 1479, casou-se com Filipa Moniz, filha do segundo matrimónio de Bartolomeu Perestrelo, capitão-donatário de Porto Santo. E, entre Lisboa, o Funchal e Porto Santo, locais onde se sabe que residiu, Colombo adquiriu um conhecimento substancial sobre as navegações portuguesas na costa ocidental africana.

Começou então a conceber o seu plano de navegar em direção ao ocidente, para atingir a Ásia. Em meados da década de 1480, apresentou o seu projeto ao rei D. João II, que o rejeitou. O monarca considerava economicamente mais viável o paulatino avanço português pela costa africana.

Resumindo para encurtar razões, seria ao serviço dos reis católicos de Espanha que, a partir de 1492, Colombo estaria por quatro vezes nas Américas, julgando encontrar-se na Ásia. Ignorava ter descoberto um novo mundo. E, depois, destacou-se por um governo despótico dessas terras e pela escravização dos nativos. Nada que orgulhe ninguém.

Mas Carlos Evaristo, com o apoio de D. Duarte de Bragança, mantém-se na sua: se as amostras que entregou a José Lorente para testes de ADN resultarem inconclusivas, tem outras em reserva para fazer chegar ao especialista em Genética da universidade de Granada. Apetece lembrar um clichê – a esperança é mesmo a última coisa a morrer.

FONTE: https://visao.sapo.pt/atualidade/sociedade/2021-06-27-d-duarte-de-braganca-financia-investigacao-genetica-que-tenta-provar-que-cristovao-colombo-era-portugues/?fbclid=IwAR3FdK3IilLKIexXORkPsG4nudqih3bv0__NTZRT_JSxDsyTzYL0pOe-xiQ

Visão

27 de Junho de 2021

ESCLARECIMENTO

Tendo sido publicado um artigo na revista “Visão” online que dá a entender que D. Duarte, Duque de Bragança tem vindo a apoiar os estudos genéticos sobre o Cristóvão Colombo, vimos por este meio esclarecer o seguinte:

1. Há largas décadas que o Chefe da Casa Real Portuguesa, tem vindo a acompanhar com interesse os estudos sobre este assunto e particularmente as teorias que apresentam que o Navegador possa ter origem Portuguesa.

2. A verdade é que o senhor Dom Duarte nutre uma certa simpatia para com a tese desenvolvida pelo falecido pesquisador Augusto de Mascarenhas Barreto, e particularmente, no que diz respeito ao Colombo ter sido um Agente Secreto de D. João II.

3. Tal interesse, meramente científico, não prossupõe todavia qualquer envolvimento financeiro da parte do Duque de Bragança, sendo que a Fundação D. Manuel II em protocolo com a Câmara Municipal de Cuba e outras entidades: académicas, municipais e eclesiásticas, já prestou homenagem a todos os pesquisadores Portugueses das diversas teorias sobre a origem do Navegador.

4. A Fundação D, Manuel II patrocinou em parte a renovação do Centro de Interpretação Cristóvão Colon em Cuba dedicada à memória de Augusto de Mascarenhas Barreto, a  publicação das Actas do Congresso da Associação Cristóvão Colon de Cuba, o estudo e documentário norte americano “Secrets and Mysteries of Christopher Columbus” e o fornecimento de material genético (relíquias de Santos da Casa Real) para realização do estudo de ADN pelo laboratório da Universidade de Granada.

5.  Este interesse cientifico e cultural pela verdade histórica é apoiado pelo Duque de Bragança através da Fundação D. Manuel II e do Real Instituto Cristovão Colom fundado por e em memória de Augusto de Mascarenhas Barreto. Este apoio foi reconhecido recentemente pela Faculdade de História da Universidade Nacional Pedagógica Dragomanov de Kiev, Ucrânia que nomeou D. Duarte de Bragança, Patrono e Professor Honorário da mesma faculdade

6. Quem tem acompanhado os resultados obtidos pelo referido laboratório da Universidade de Granada sabe que os estudos já demoliram em parte a tese principal da origem Genovesa através do estudo do ADN de todas as famílias Italianas com apelidos derivados de Colon. É alias graças a estas provas que os estudos actualmente em curso movimentam o interesse e acompanhamento da Comunidade Cientifica Espanhola e da TVE que já descartaram a tese Genovesa. É de lamentar e parece que as Universidades Portuguesas estão alheadas deste processo que poderá vir a revolucionar a história sobre este personagem.

7. Já foi comprovado, por diversos estudos publicados, que a documentação dita “contemporânea” à qual refere o Jornalista, conhecida por “Recollata Colombina” a mesma que tem vindo a ser utilizada, desde o Século XIX, para comprovar que Colombo era Genovês, é falsa! Ficou comprovado que muitos dos documentos recolhidos por uma comissão entre 1892 e 1905 foram adulterados maliciosamente e outros viram a ocultação de datas que tinham e eram posteriores ao Colombo, e por isso não aparecem nos fac-similes reproduzidos como prova dessa tese nos 20 volumes publicados.

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Já abriu o Centro de Apoio Social de Angolares patrocinado pela Fundação D. Manuel II

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O novo Centro de Apoio Escolar e Social também oferece refeições a estudantes

O Centro de Apoio Social de Angolares já está em funcionamento a prestar apoio escolar e social apos membros dessa comunidade São Tomense. O edifício que foi comprado por S.A.R. o Duque de Bragança Dom Duarte Pio, através da Fundação D. Manuel II, foi completamente remodelado e equipado pela Diocese de São Tomé e Príncipe com ajuda de donativos, parte dos quais angariados pela Fundação Oureana através das acções sociais directas da Real Irmandade da Ordem de São Miguel da Ala e da Real Confraria do Santo Condestável.

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O Bispo D. Manuel António Mendes dos Santos

BISPO FALA DA SITUAÇÃO ACTUAL DA DIOCESE
Falando francamente, o Bispo de São Tomé e Príncipe revelou que a situação econômica da Diocese está no limite.

O Bispo da Diocese num comunicado às Paróquias informou;

“No momento, a Diocese tem à disposição, no BISTP, 13.289,00 Duplos e apenas 475,00 €. Em caixa, tem cerca de 3.000,00 €, 4.000,00 Dólares Americanos e 90.000,00 Dobras. Em Lisboa, tem 83.800,00 € (graças a uma herança deixada por um Padre Madeirense). Em Roma, tem 18.973,28 Dólares Americaos e 19.097,14 € e um pequeno fundo de investimento. Desse dinheiro, 13.494,00 € são para intenções de missa; 23.700,00 € são ofertas para o Novo Lar de Idosos no Príncipe; 15.000,00 € para obras urgentes na Freguesia do Príncipe; 18.000,00 € para o Centro Pastoral do Pantufo; 8.000,00 € para obras na Casa do Campo de Milho; 16.000,00 € são da APARF e para idosos em Santana e Sé, 15.000,00 € para finalização do Jardim de Infância de Ubabudo Praia. (Refiro-me ao dinheiro que foi dado à Diocese para estes projectos específicos, projectos que estão a ser realizados ou ainda não se concretizaram). Ou seja, o dinheiro disponível não é suficiente para os projetos que temos em mãos. É preciso dizer também que só o Seminário nos rende cerca de 40.000,00 € por ano. Em termos de receitas, tivemos o apoio da Santa Sé, cerca de US 25.000,00 Dólares Americanos por ano, mas eles alertam que, devido às dificuldades vividas pela Pandemia do Covid 19 que enfrentamos, talvez tenham que cortar este subsídio. Além disso, tivemos alguns pequenos apoios, mas geralmente dirigidos a projetos específicos e não para a vida da Diocese. Não existe apoio para alimentar o povo da Casa Episcopal, para as viagens que o Bispo tem de fazer, para o Seminário, para os párocos ou para as congregações religiosas… Essa é a foto e o que fazer? Se alguém tiver uma solução milagrosa, agradeço. No entanto, temos que apostar:

• em tornar nossas paróquias comunidades autossustentáveis,
• procurar otimizar nossos recursos,
• evitar despesas desnecessárias tanto quanto possível (podemos ter que reduzir o uso do carro),
• procurar ser pobres com os pobres,
• compartilhar as contas das paróquias e nossas obras sem medo,
• ser mais solidários …
“

S.A.R. DOM DUARTE DUQUE DE BRAGANÇA EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE. | Ricardo  Farinha
D. Duarte com as crianças da Casa dos Pequeninos em São Tomé e Príncipe

Uma das campanhas levadas a cabo pelos Parceiros Protocolares da Fundação para ajudar a Diocese e em particular a Casa dos Pequeninos que é a instituição mais vulnerável é o Projecto de apadrinhamento da alimentação de uma criança durante um ano e que já conta com meia dúzia de benfeitores que contribuem com o valor de 120,00 €.

“Conto com o apoio de todos para enfrentar esta situação e encontrar formas de resolvê-la. Neste ano de São José, que o Santo Patriarca venha em nosso auxílio.” – D. Manuel António Mendes dos Santos

27 de Julho de 2021

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Devoção de Amália Rodrigues por Nossa Senhora do Carmo foi recordada durante Missa na Capelinha das Aparições em Fátima

O centenário do nascimento de Amália Rodrigues foi oficialmente encerrado com uma Missa celebrada na Capelinha das Aparições em Fátima. Organizada pela Fundação Amália Rodrigues, com o apoio dos seus parceiros Protocolares. Recordou-se durante homilia a grande devoção que a Fadista tinha por Nossa Senhora do Carmo.

A Fundação Amália Rodrigues e os seus parceiros protocolares convidaram, através das redes sociais, todos os fiéis, amigos e admiradores da Fadista a acompanharem a celebração pública da Missa, quer presencialmente na Capelinha das Aparições, ou através da internet pela transmissão no site do Santuário de Fátima.

A Missa que teve lugar em Fátima, na Sexta-feira, 23 de Julho, dia oficial do aniversário da Rainha do Fado, foi o culminar de outras cerimónias que tiveram lugar na manhã, em Lisboa; primeiro na Casa / Museu Amália Rodrigueis e depois no Panteão Nacional, onde houve a deposição de uma coroa de flores no túmulo da Fadista.

Nestes actos memoriais estiveram presentes vários membros da Administração e do Conselho Geral da Fundação Amália Rodrigues e membros da família de Amália. O Presidente da Fundação Amália Rodrigues; Vicente Rodrigues e o sobrinho / afilhado da Fadista, José Manuel Rodrigues; Conselheiro da Fundação, depositaram uma coroa de flores junto ao tumulo.

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Vicente Rodrigues e José Manuel Rodrigues colocam uma Coroa de Flores no túmulo de Amália Rodrigues no Panteão Nacional

Já em Fátima, pelas 17:00 horas da tarde, foi celebrada a Missa de encerramento do Centenário do nascimento da Fadista na Capelinha das Aparições, celebrada pelo eterno repouso da alma de Amália. Por ser a oitava da Festa de Nossa Senhora do Monte Carmelo, a Missa Votiva escolhida foi a de Nossa Senhora do Carmo, título da Virgem Santa Maria do qual Amália era muito devota.

Frei Silvino deu as boas vindas a todos antes da Missa na Capelinha das Aparições

Presidida por Frei Silvino Teixeira Filipe, Carmelita Descalço do Convento do Carmo de Viana do Castelo, a Missa contou também com a ajuda do Diácono Permanente António Machado, da Paróquia de São Tiago de Vagos, na Diocese de Aveiro, que era amigo pessoal da Fadista.

Vicente Rodrigues fez a primeira leitura

A Primeira Leitura foi feita por Vicente Rodrigues, Presidente da Fundação Amália Rodrigues e as Oração dos Fieis lida pela Joana Machado, Investigadora do acervo da Casa Museu, Amália Rodrigues.

Os cânticos da Missa foram interpretados, à capela, pela voz do Capelão do Santuário, Padre João Paulo Quelhas.

Joana Machado durante a leitura da Oração dos Fieis
O Salmo Responsorial cantado pelo Capelão João Paulo Quelhas
David Alves Pereira, Inês Rodrigues e José Manuel, Rodrigues

Presentes na Cerimónia para além do Presidente da Fundação Amália Rodrigues, Vicente Rodrigues, estiveram também outros membros da Fundação; nomeadamente Alexandrina Quaresma e Rui Órfão do Conselho da Administração e a Produtora Musical Maria de Lourdes Carvalho (Blu), amiga pessoal de Amália Rodrigues e Membro do Conselho Geral. O sobrinho / afilhado José Manuel Rodrigues, Conselheiro da Fundação Amália Rodrigues com sua esposa Inês representaram a Família da Fadista e também o Instituto Amália Rodrigues, Rainha do Fado, um Departamento da Fundação Oureana criado pela própria Fadista em 1995 .

Ao fundo na primeira fila, Alexandrina Quaresma e Rui Órfão
Frei Silvino Teixeira Filipe durante a Homília

Na Homília, Frei Silvino Teixeira Filipe relembrou a devoção de Amália por Nossa Senhora do Carmo e a invocação ou oração que recitava sempre antes de subir ao palco. Falou do uso continuado do escapulário pela Fadista e da promessa feita pela Virgem no Monte Carmelo a São Simão Stock.

Frei Silvino Teixeira Filipe na Consagração

Frei Silvino falou também de semelhanças na espiritualidade Carmelita Mariana vividas por São João da Cruz e Amália Rodrigues e como ela, tal como o grande Santo Carmelita, dava graças a Deus pela sua voz. Voz essa que Deus, por Sua vez, usava para sua maior glória.

Disse também o Presidente da Celebração, que Amália era tão devota de Nossa Senhora do Carmo que deve de estar agora a cantar as glórias do Senhor, tal como São João da Cruz.

Os fieis a assistirem à Missa dentro e fora da Capelinha das Aparições

A cerimónia juntou cerca de uma centena de pessoas dentro da Capelinha das Aparições, um número limitado devido às regras de distanciamento da Pandemia da Covid 19 e por esse facto a cerimónia foi transmitida também pelo Santuário na sua página de internet.

Frei Silvino Teixeira Filipe distribui a Sagrada Comunhão
Leonilde Henriques acompanhada de seu irmão

Entre os muitos amigos e fãs da Fadista presentes, esteve também Leonilde Henriques (Lí Lí) que foi Secretária de Amália durante várias décadas.

Ao fundo na segunda fila, Maria de Lourdes Carvalho, acompanhada de sua irmã

A representar a Fundação Histórico – Cultural Oureana estiveram Carlos Evaristo, também ele amigo pessoal de Amália e David Alves Pereira.

José Manuel Rodrigues, António Machado, Frei Silvino e Carlos Evaristo antes da Missa

A todos os presentes foi distribuído uma pagela com uma fotografia da Fadista tirada aquando de uma das suas últimas peregrinações a Fátima, tendo dentro da mesma a oração que Amália recitava antes de subir ao palco. Ainda sobre esta oração popular, Frei Silvino referiu que quando os fados não lhe saiam muito bem, Amália costumava dizer que foi Nossa Senhora que não cantou tão bem. Criou assim uma simbiose de ternura mística com a Mãe do Céu.

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José Manuel Rodrigues, Vicente Rodrigues e Carlos Evaristo

As pagelas que também contêm uma fotografia de Amália com um quadro pintado de Nossa Senhora do Carmo, foram editadas pela Fundação D. Manuel II e o Instituto Amália Rodrigues, Rainha do Fado e o texto elaborado por Carlos Evaristo e António Machado.

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José Manuel Rodrigues, Carlos Evaristo e Vicente Rodrigues
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Memorial a Amália Rodrigues na Sede da Fundação Oureana / Instituto em Ourém

Depois da Missa ainda teve lugar uma reunião de trabalho em Fátima entre o Presidente da Fundação Amália Rodrigues, o Presidente da Direcção da Fundação Oureana; Carlos Evaristo, e os Directores do Instituto Amália Rodrigues, Rainha do Fado, ( Departamento da Fundação Oureana); José Manuel Rodrigues e Inês Rodrigues, para se discutir alguns projectos em curso e que vão ser realizados em conjunto pelas instituições em Protocolo.

O dia dedicado a Amália Rodrigues terminou para a Fundação Oureana junto ao Memorial à Patrona situado no Largo Memorial Amália Rodrigues da Regalis Lipsanotheca junto ao Castelo de Ourém, onde o Capelão Mór da Fundação e alguns membros da Direcção rezaram pelo Eterno Descanso da Rainha do Fado e acenderam uma vela em sua memória.

23 de Julho de 2021

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Nesta ocasião dramática que estamos a viver, do ponto de vista da saúde e crise económica generalizada, é importante que se invoque esta protecção da nossa Rainha

ENTREVISTA/LIDERANÇAS/SÉRGIO CARVALHO 

POSTED ON 18 DE JULHO, 20211

Fotografia do Mestre António Homem Cardoso

No dia 25 de março, comemoraram-se os 375 anos da proclamação e coroação de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa como Padroeira e Rainha de Portugal. A este propósito fomos entrevistar, Dom Duarte Pio, duque de Bragança, pretendente ao trono de Portugal e chefe da Casa Real Portuguesa, a propósito desta efeméride.

Completaram-se no passado mês de março, dia 25, festa da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora, o 375.º aniversário da proclamação e coroação de Nossa Senhora da Conceição, pelo rei Dom João IV, como padroeira e rainha de Portugal. Como é que o descendente e herdeiro da coroa portuguesa vê tal acontecimento?

Dom Duarte de Bragança (DB) – Em muitas das antigas cidades e vilas portuguesas ainda hoje se encontra afixada a placa da entrada da localidade anunciando esta consagração. Em 1646 a iniciativa foi unanimemente aprovada por todos os deputados às Cortes Gerais, que por sua vez transmitiram as instruções recebidas pelas suas Câmaras Municipais, eleitas pela população. Também votaram os Professores Universitários, os Bispos e Abades. Constituiu-se assim uma legítima representação de todos os Portugueses. Esta iniciativa, tomada no momento em que corríamos o grave risco de ser reconquistados pelo Reino de Espanha, teve um resultado muito feliz, e até hoje nunca mais perdemos a nossa independência.

De cada vez que nós, Portugueses, nos mostramos desleais para com a nossa Rainha, as coisas correm mal. Receio bem que perante algumas das leis recentemente impostas aos Portugueses, a nossa Rainha celeste não consiga impedir estes desastres naturais. Aliás, já uma das Pastorinhas de Fátima nos tinha prevenido que isto iria acontecer se, como nação, não corrigíssemos o nosso comportamento.

Considero que a consagração de Portugal a Nossa Senhora foi uma iniciativa muito oportuna e inteligente dos Portugueses da época, mas implica uma gravíssima responsabilidade da parte da geração actual.

Pensa que foi dado o destaque que merecia ao 375.º aniversário da coroação de Nossa Senhora da Conceição como Rainha de Portugal? Ou acha que a data foi esquecida? Qual o motivo e o que ainda se poderá fazer?

DB – Creio que o destaque dado foi muito tímido e envergonhado, talvez por termos consciência de que os compromissos assumidos nessa altura não estão a ser cumpridos.

Por parte da Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa foi tomada em 2019 a iniciativa de pedir a Sua Santidade, o Papa, a concessão de alguma regalia espiritual por ocasião da bicentenário da fundação da Ordem da Imaculada Conceição de Vila Viçosa por Dom João VI, Rei de Portugal, a qual foi concedida por um Decreto com efeitos desde o dia 25 de Março de 2019 até ao fecho solene do Ano Jubilar.

O Papa Francisco teve ainda este ano outro gesto que nos deixou cheios de alegria, ao conceder uma Bula Papal com Indulgência Plenária pelos 850 anos da Instituição da Ordem de S. Miguel da Ala, referindo que o seu Grão-Mestre é o Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, afilhado do bem-aventurado Papa Pio XII. Como andam por aí outros sujeitos a afirmar ser “Duque de Bragança” e “Grão-Mestre das Ordens Reais Portuguesas” e como, que eu saiba, nenhum deles é também afilhado do Papa Pio XII, isto esclarece definitivamente algumas pessoas que pudessem estar confundidas.

Este Decreto Pontifício é válido até ao dia 29 de Setembro de 2022. O texto do Decreto Pontifício foi lido pelo Pároco de Alcobaça, em cujo Mosteiro se situava a Chancelaria da Ordem até o Governo Português, autodenominado liberal, em 1835, ter confiscado todos os bens de todos dos conventos e mosteiros para os vender em hasta pública. Desse modo, o Estado liberal destruiu o inestimável trabalho de educação, saúde e assistência social que era desempenhado pelas Ordens Religiosas no território continental e nas Províncias Ultramarinas portuguesas.

Na arquidiocese de Évora houve celebrações no santuário de Vila Viçosa, participou nessas celebrações?

DB – Sim, participei.

O que significou e significa ainda hoje o facto de a coroa de Portugal pertencer a Nossa Senhora?

DB – Significa uma enorme responsabilidade para a Nação Portuguesa! Em muitas ocasiões o pedido de auxílio da Imaculada Conceição foi atendido positivamente. Nesta ocasião dramática que estamos a viver, do ponto de vista da saúde e crise económica generalizada, é importante que se invoque esta protecção da nossa Rainha; que, de resto, o continua a ser, visto não ter havido até hoje nenhuma revogação da consagração de 1646 destituindo a Virgem Maria do seu cargo!

É por essa razão, que nos quadros e retratos oficiais dos reis portugueses, da dinastia de Bragança, eles nunca aparecem coroados?

DB – Sim, é.

Portugal ainda é, verdadeiramente, a Terra de Santa Maria?

DB – Para a maioria dos Portugueses, é. Basta ver que, em condições normais, cerca de quatro milhões de pessoas peregrinam a Fátima todos os anos. Claro que há muitas pessoas que, apesar de peregrinarem, se esquecem dos pedidos feitos por Nossa Senhora em Fátima e das instruções básicas que Jesus Cristo nos deixou… Isso confirma, em meu entender a falta de lógica no comportamento dos Portugueses, mas dá-nos uma esperança de que o nosso Povo continua no fundo fiel à nossa Rainha.

Se a Monarquia Portuguesa for restaurada, Dom Duarte manteria essa designação de Nossa Senhora como rainha de Portugal?

DB – Obviamente que sim.

A Casa Real marca sempre presença em Vila Viçosa, em Fátima, em Braga, aquando de importantes peregrinações e celebrações religiosas de cariz mariano. Que lugar ocupa a devoção mariana no dia-a-dia da Família Real Portuguesa?

DB – Nós esforçamo-nos por cumprir os pedidos feitos pela Virgem Maria, nomeadamente o de rezar o terço em família. Infelizmente nem sempre tem sido possível. Creio que todas as famílias católicas deveríamos organizar a nossa vida de modo a que tal aconteça, mesmo que seja através da internet.

No ano passado, pela primeira vez, em 100 anos, a peregrinação a Fátima de 13 de maio foi celebrada sem a presença de fiéis? Este ano, acha que vai ser diferente ou em que moldes?

DB – Com a experiência que o Santuário de Fátima tem adquirido nesta situação tão difícil e com o facto de já muita gente estar vacinada, creio que será possível no próximo 13 de Maio voltar a peregrinar a Fátima, ainda que com algumas precauções. Tem ficado provado que os fiéis, em todas as Missas, têm dado o melhor exemplo do cumprimento das normas de prevenção do contágio.

Que mensagem deixa aos nossos leitores?

DB – Numa época em que o espírito racionalista e científico pretende por vezes desvalorizar o contributo da fé e da espiritualidade no progresso da Humanidade, cada vez mais, cientistas de todas as religiões aceitam a importância dos valores espirituais. Tenho amigos Muçulmanos que peregrinam a Fátima em oração à Virgem Maria, que o Islão considera a mulher mais santa que está no Paraíso. Também acompanhei o Dalai Lama na sua peregrinação a Fátima, onde foi a meu convite e onde homenageou a Virgem Maria.

Passemos aos nossos amigos a mensagem de que a devoção a Nossa Senhora é da maior importância, mas implica da nossa parte uma atitude de procurar seguir aquilo que Ela nos indicou.

*

Dados biográficos do senhor Dom Duarte:

Fotografia de Homem Cardoso

Dom Duarte Pio de Bragança nasceu em Berna, na Suiça, durante o exílio político da sua Família. Mas nasceu na Embaixada de Portugal, a fim de nascer em território nacional.

Quando a Família Real foi autorizada pela Assembleia Nacional (Parlamento) a regressar a Portugal, começou por viver em Coimbrões, Gaia. Estudou no Liceu Alexandre Herculano, no Porto, no Colégio Nun´Alvares, da Companhia de Jesus, nas Caldinhas, em Santo Tirso, no Colégio Militar e no Instituto Superior de Agronomia.

Em 1968 concorreu e foi admitido na Força Aérea como Piloto aviador, tendo prestado serviço em Angola. Em 1972 ajudou na organização de uma lista independente, de candidatos angolanos, para esta concorrer à representação Angolana nas eleições à Assembleia Nacional Portuguesa. Em consequência desta iniciativa foi expulso de Angola e de S. Tomé e Príncipe pelo Governo de Marcelo Caetano em 1972.

Em 1974 visitou pela primeira vez o território português de Timor, na que foi a primeira de muitas visitas. Em 2014 o Parlamento Nacional Timorense votou por unanimidade a atribuição da nacionalidade timorense, “pelos altos serviços prestados à Nação” e porque “desde que em 1515 Timor abriu a Portugal, os Reis de Portugal passaram a ser Reis de Timor e, por consequência, a Família Real Portuguesa passou a ser timorense”. (Curiosamente, ao Povo Timorense não foi perguntado se queria deixar de ser Português aquando da Independência. A pergunta feita pelas Nações Unidas era apenas se queriam ou não ser indonésios. Há alguns anos houve uma enorme manifestação em Díli em protesto por não estarem a ser renovados os seus documentos de nacionalidade Portuguesa!)

Em 1995 casou em Lisboa com a Senhora Dona Isabel de Herédia com quem tem três filhos: D. Afonso, D. Maria Francisca e D. Dinis.

De acordo com o testamento da Rainha D. Augusta Victoria, viúva de D. Manuel II, assumiu a presidência da Fundação D. Manuel II, com a qual vem desenvolvendo também muitas actividades nos Países da CPLP.

Entrevista conduzida por Sérgio Carvalho

a Dom Duarte de Bragança, chefe da Casa Real Portuguesa

FONTE: https://religiolook.pt/liderancas/nesta-ocasiao-dramatica-que-estamos-a-viver-do-ponto-de-vista-da-saude-e-crise-economica-generalizada-e-importante-que-se-invoque-esta-proteccao-da-nossa-rainha/

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Real Confraria do Santo Condestável ajuda na angariação de bens e fundos para Cabo Delgado e São Tomé e Príncipe

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O Bispo D. Manuel António Mendes dos Santos na Casa dos Pequeninos.

A Real Confraria do Santo Condestável, Departamento Sócio-Caritativo das Fundações Oureana e D. Manuel II, que é também um Apostolado Canonicamente Erecto, acaba de concluir mais um conjunto de acções de beneficência social para ajuda às populações de Cabo Delgado/Moçambique e São Tomé e Príncipe.

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Drª Carmo Jardim que lidera a campanha “Todos por Cabo Delgado” da ONG “SIM”

Um das acções tem como objectivo principal a recolha de roupa, calçado e brinquedos para Cabo Delgado e São Tomé e Príncipe onde actualmente existem situações muito difíceis.

Uma tonelada de roupa nova e semi-usada foi enviada para Cabo Delgado. e São Tomé.

A ideia de ajudar Cabo Delgado com a recolha, carregamento e transporte destes bens veio de S.A.R. o Duque de Bragança que quis apoiar a campanha “Todos por Cabo Delgado” da Senhora Drª Carmo Jardim, fundadora e presidente da SIM – Solidariedade Internacional a Moçambique e que tem levado a cabo um o trabalho excecional na angariação de bens para esta acção humanitária.

A recolha de bens foi efetuada ao longo de vários meses em regime de voluntariado, por Confrades Coordenadores da Acção Social da Real Confraria do Santo Condestável; nomeadamente, por várias equipas lideradas pelo Jorge Gonçalves, David Alves Pereira e António e José Manuel Gonçalves.

Carregamento de bens recolhidos por Marília Oliveira e enviados para Cabo Delgado.

Para além dos bens já referidos, houve também recolha de bens móveis para São Tomé e Príncipe, nomeadamente mobílias de quarto, colchões, roupas de cama, utensílios de cozinha e especialmente fraldas descartáveis para as crianças da Casa do Pequeninos e para os idosos acamados dos lares diocesanos.

A recolha de roupas novas e semi-usadas e fraldas junto de lojas e grandes superfícies foi fruto da actividade continuada de há 30 anos da voluntária de acção social Marília Oliveira e seus filhos no Vimieiro, Viseu, que têm vindo a ajudar com campanhas deste género os mais necessitados em todo país e para além-fronteiras.

Os Voluntários Marília Oliveira e Rui Melo na preparação dos bens para Cabo Delgado.

Os colchões, roupas de cama, utensílios de cozinha e móveis foram por sua vez doados pelos Coordenadores Regionais da Real Confraria Dr. Rui Salazar de Lucena e Melo de Santa Comba Dão e o Comendador João Ribeirinhos Leal de Portalegre e Cabeço de Vide.

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Voluntários da SIM – Solidariedade Internacional a Moçambique a distribuíram bens recolhidos pela ONGD na Província de Cabo Delgado.

CAMPANHA “TODOS POR CABO DELGADO”

Já os vários transportes de bens para os armazéns do SIM e para o porto de embarque de contentores em Lisboa, foram patrocinados pela Drª Carmo Jardim , pela Fundação D. Manuel II e a Real Irmandade da Ordem de São Miguel da Ala.

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Dom Duarte de Bragança agradeceu por via skype aos Voluntários da Real Confraria.

O transporte marítimo para Cabo Delgado também ficou a cargo da SIM enquanto o carregamento para São Tomé a cargo da Fundação D. Manuel II.

Durante uma reunião do Conselho da Real Confraria do Santo Condestável, que teve lugar na sede da mesma no Castelo de Ourém, no passado dia 1 de Abril, aniversário do falecimento de São Frei Nuno de Santa Maria Álvares Pereira, o Condestável-Mor Dom Duarte, Duque de Bragança, por reunião “Skype”, reconheceu a agradeceu os esforços de todos os voluntários e particularmente dos generosos doadores Marília Oliveira e família, Rui Melo e Ribeirinho Leal que têm vindo há largos meses a trabalhar de forma dedicada nesta campanha.

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Casa dos Pequeninos da Diocese de São Tomé e Príncipe.

APELO URGENTE POR AJUDA DA DIOCESE DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

Tendo celebrado recentemente as festas dos santos padroeiros; Apóstolo Tomé e a Rainha Isabel de Portugal, o Bispo D. Manuel António Mendes dos Santos, os Missionários e Cuidadores Voluntários da Diocese de São Tomé e Príncipe, recordaram nas suas orações, todos os benfeitores, vivos e falecidos, que ajudaram e continuam a ajudar a manter em funcionamento as numerosas obras sociais, educacionais e de caridade da Diocese.

“Somos especialmente gratos aos membros de nossas Ordens Canonicamente Erigidas na Diocese, cuja generosidade e esforço em prol dos pobres tem sido incomparável.”

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Crianças da Casa dos Pequeninos em São Tomé.

Segundo D. Manuel Antonio, “a recente pandemia de Covid 19 não só mudou a vida de muitas de nossas famílias, entes queridos, amigos e membros de nossas Ordens, mas também afetou vários aspectos da sociedade em geral, causando inúmeras mortes, condições médicas graves prolongadas, desemprego e ansiedade “. A pressão sobre o orçamento diocesano também foi afectada especialmente com os projetos de caridade, incluindo o orfanato (Casa dos Pequeninos), as casas para idosos , o centro de saúde e o banco de alimentos, todos agora passando por dificuldades pela primeira vez.

“Dado que este ano as doações, subsídios e até mesmo o apoio anual fixo que recebemos e contamos das instituições da Igreja foram muito reduzidos como resultado de uma queda nas doações devido ao cancelamento de eventos conjuntos de angariação de fundos nos EUA, é agora evidente que em breve estaremos lutando para alimentar e sustentar as crianças e idosos sob nossos cuidados.“

“Só o orfanato tem uma despesa fixa de 3.000 € por mês e também uma necessidade diária de fraldas descartáveis ​​para crianças!”

Carlos Evaristo com lote de fraldas para crianças e idosos acamados em São Tomé.

Para Carlos Evaristo, Coordenador-Mor da Acção Social da Real Confraria e Director da Fundação Oureana; “Estas acções sociais só são possíveis graças à generosidade de tantos e ao espírito de voluntariado. Estas iniciativas estão a ser organizadas no âmbito do 850º Aniversário da Real Ordem de São Miguel da Ala e dos 20 anos da Real Irmandade da mesma soberana invocação e são só alguns dos projectos em curso de acção directa para beneficiar vítimas da pobreza, do Covid 19 e de conflitos sociais.”

Perante esta grave situação, a Real Confraria do Santo Condestável vem dirigir um apelo especial a todos para que ajudem a apadrinhar uma criança ou um idoso durante um ano ao custo de 10,00 € mensais.

Como de costume, todos os fundos devem de ser enviados diretamente para a Conta Diocesana a cargo da Província Portuguesa da Congregação dos Missionários do Imaculado Coração de Maria, no entanto, os doadores nos Estados Unidos da América, desejando um recibo dedutível de impostos, podem transferir fundos para a conta de ONG Sem Fins Lucrativos R.IS.M.A. 501 3C entrando em contato com a Federação das Reais Irmandades da Ordem de São Miguel da Ala: rismaquisutdeus@gmail.com

NOME DA CONTA: Província Portuguesa da Congregação dos Missionários do Imaculado Coração de Maria Maria – Diocese de São Tomé e Príncipe
BANCO: Novo Banco
FILIAL: Campo Grande, Lisboa, Portugal
BAN: PT50 0007 0000 0037 9803 8892 3
Swift: BESCPTPL

1 de Abril de 2021

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https://ongsim.org/index.php/contactos/
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Duque de Bragança recebido com Honras na Universidade Nacional em Kiev, Ucrânia

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D. Duarte de Bragança e o Reitor Viktor Petrovych Andrushchenko.
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O Patrono da Universidade Preside à Sessão na Aula Magna da Reitoria.
O Prof. Moritz Hunzinger, D. Duarte de Bragança e o Reitor Viktor Petrovych Andrushchenko

Sua Alteza Real o Duque de Bragança e Conde de Ourém, Presidente da Fundação D. Manuel II e Membro Fundador do Conselho de Curadores da Fundação Oureana, foi recebido hoje com honras na Aula Magna da Reitoria da Universidade Pedagógica Nacional Dragomanov de Kiev, Ucrânia.

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Dom Duarte Pio de Bragança que é desde 19 de Novembro de 2020, Patrono e Professor de Honra da Faculdade de História da Universidade Pedagógica Nacional Dragomanov, foi recebido com honras pelos membros da Reitoria, muitos dos quais ostentaram as insígnias da Ordem de São Miguel da Ala da Casa Real Portuguesa à qual pertencem.

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Alex Tichenko e o Vice-Reitor Prof. Ihor Vetrov saudam o Duque de Bragança à sua chegada.
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Sessão Solene na Aula Magna da Reitoria.

O Grão-Mestre das Ordens Dinásticas que está de visita à Ucrânia para inaugurar a Delegação da Real Irmandade da Ordem de São Miguel da Ala, canonicamente reconhecida pela Conferência Episcopal daquele país, aproveitou para visitar a Universidade da qual foi nomeado Patrono,
discursando sobre a historia das relações Luso-Ucranianas na Aula Magna da Reitoria, local onde foi solenemente recebido pelo Magnifico Reitor Andrushchenko Viktor Petrovych, o Vice-Reitor Prof. Ihor Vetrov e vários Ministros da Academia Nacional das Ciências Educacionais da Ucrânia (NAES).

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Edifício histórico da Universidade Pedagógica Nacional Dragomanov.


Foi o Presidente da Academia Nacional NAES, Prof. Dr. Vasyl Kremen deu as boas vindas ao Magnífico Patrono da Universidade, D. Duarte de Bragança em nome de toda a comunidade académica.

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O Presidente da Academia Nacional NAES, Prof. Dr. Vasyl Kremen.
Actuação do Coro da Universidade na Aula Magna da Reitoria.

Para o Duque de Bragança foi preparada uma recepção especial que contou com a atuação do Coro Veryovka, considerado um dos melhores da Ucrânia e que interpretou algumas músicas tradicionais ucranianas e depois alguns temas Portugueses e Brasileiros bem conhecidos e isto em homenagem à ascendência Luso-Brasileira do Senhor Dom Duarte.

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Durante o canto do Hino Nacional.
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O Duque de Bragança na revisão do seu discurso com o Prof. Moritz Hunzinger.
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O Reitor Viktor Petrovych Andrushchenko oferece uma colecção de livros ao ilustre Patrono.

O Chefe da Casa Real Portuguesa chegou na companhia do Professor Moritz Hunzinger e com ele visitou vários departamentos da maior Universidade da Europa tendo depois inaugurado a renovada Galeria dos Professores, Doutores e distintos ex-alunos.

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D. Duarte de Bragança e o Prof. Moritz Hunzinger na Galeria dos Professores e Doutores.
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Antes de partir da Universidade o Senhor D. Duarte recebeu
do Magnifico Reitor da Universidade, uma distinção especial
ao “Mérito Académico”.
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D. Duarte recebeu uma distinção especial ao “Mérito Académico”.

Antes de partir da Universidade o Senhor D. Duarte recebeu do Magnifico Reitor da Universidade, uma distinção especial ao “Mérito Académico”.

A visita de D. Duarte de Bragança a Kiev tem vindo a ser notícia de destaque nos noticiários de televisão e na imprensa nacional.

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30 de Maio de 2021

FONTE: https://npu.edu.ua/novyny/podii/npu-imeni-mp-drahomanova-vidvidav-yoho-korolivska-vysokist-duarte-piu-de-brahansa

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